25 de maio de 2018
1 de maio de 2018
Por vezes a saudade me toma de assalto,
E volto à morada da nossa juventude
Onde o esperar era palpitante e tão alto
Que até as nuvens perdiam a quietude.
Na ânsia de te ver chegar,
Mil vezes ia à janela,
Vestida pra dançar
Só pra ouvir de você, que eu era a mais bela
Não sabia das suas mentiras
Tão pouco das suas verdades
Queria ser feliz, sonhar e acreditar,
Andar de mãos dadas, sob as luzes da cidade.
A primavera trazia as flores
O verão, sorvetes e afins
No outono caíamos de amores
No inverno! A sua jaqueta jeans...
Hoje sobre nossos olhos negros,
Nuvens repousam... -Calma e harmonia
Dentro de nós palpitam ainda segredos e a alegria
De quando esse grande amor nascia.
Lourdinha Vilela
Lourdinha Vilela
16 de abril de 2018
As canções que mais gostamos de ouvir
são como borboletas esvoaçantes
estas, sobrevoam as flores,
retirando delas o pólen,
aquelas, suavemente tomam nosso coração
e retiram dele os mais ternos sentimentos.
Se acaso as canções fossem seres vivos,
haveria aí uma perfeita simbiose,
pois elas grudam em nossa alma
e se tornam eternas,
fecundam nossos sonhos e,
suavemente voamos,
como as borboletas,
plainamos aqui e ali sobre nossa própria história de vida.
Flores de hoje,
serão nossas lembranças no amanhã.
Lourdinha Vilela
16.04.18
são como borboletas esvoaçantes
estas, sobrevoam as flores,
retirando delas o pólen,
aquelas, suavemente tomam nosso coração
e retiram dele os mais ternos sentimentos.
Se acaso as canções fossem seres vivos,
haveria aí uma perfeita simbiose,
pois elas grudam em nossa alma
e se tornam eternas,
fecundam nossos sonhos e,
suavemente voamos,
como as borboletas,
plainamos aqui e ali sobre nossa própria história de vida.
Flores de hoje,
serão nossas lembranças no amanhã.
Lourdinha Vilela
16.04.18
13 de abril de 2018
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