Há uma promessa.
Um País que pede socorro.
Dois salvadores e seus ideais.
A luta pela vitória.
Mas de quem e como será a vitória?
Uma vitória particular, uma vitória coletiva.
Há tempos um rei chamado Salomão decidiu uma questão:
Eram duas possíveis mães para um só bebê.
A verdadeira abriu mão de sua guarda,
em face de tê-lo dividido, porém sem vida.
Assim está o país, divido ao meio.
Mas buscando um bem comum.
Qual dos dois salvadores seria tão bom o bastante e capaz de abdicar do pretendido cargo em nome do bem estar de todos?
Qual reconheceria no outro as verdadeiras qualidades?
As melhores propostas?
E por que, então, em nome desses ideais não são somadas as forças?
Talvez porque não vejam o País como um filho,
a quem se dedica a própria vida.
Um amor verdadeiro que não se corrompe,
a quem não se subtrai.
Talvez os dois salvadores,
vejam o País apenas como um pai.
E que pai...
O Brasil.