Poesia

A Poesia alcança as fadas, encanta a chuva na madrugada, acompanha os ébrios nos dormentes e se mistura à solidão nas calçadas.

19 de outubro de 2014


Acordei às oito
mas que já eram nove.
Domingo doido!


Oi pessoal, um Bom Domingo pra todos vocês. Aqui ainda estamos enfrentando muito calor, mas mesmo assim o Domingo está lindo e embora torcendo pra que a chuva venha logo  é mais um dia
maravilhoso abençoado pela vontade de Deus.

Um grande abraço.  

3 de outubro de 2014

Vermeer


Enquanto essa mulher do Rijksmuseum
com essa calma e concentração pintadas
continuar a verter, dia após dia
leite da jarra para a taça,
não merecerá o Mundo
o fim do mundo.

Wislawa Szymborsk
 Foi uma escritora polaca.
Poetisa, crítica literária e tradutora, viveu em Cracóvia, onde se formou em Filologia Polaca e Sociologia pela Universidade Jaguellonica. A sua extensa obra, traduzida em 36 línguas, foi caracterizada pela Academia de Estocolmo como «uma poesia que, com precisão irónica, permite que o contexto histórico e biológico se manifeste em fragmentos da realidade humana», tendo sido a poetisa definida, como «o Mozart da poesia»

fonte: Wikipédia.



24 de setembro de 2014

Morada


Moro em um lugar
Talvez a propósito
Pra  mim deixado
De alguém, e,  imagino quem
como legado.
Um lugar não sofisticado
Simples como um prado
Rústica luminária,
 porém,
 com o poder do clarão
que em mim se transforma
 então,
em força e coragem
Se acaso
 minha própria energia,
 se quer consumir.
Um lugar ensinado
Vivido  e vivente,
 assim
 a Deus temente
 E sob o Seu olhar sossegado,
 moro em mim.

Lourdinha Vilela




9 de setembro de 2014


Imagem da Internet

Ando encontrando espaços dentro de mim.
Estão lá guardando coisas, memórias e sonhos,
Uma guerreira encarando frente a frente
traumas adolescentes.
Num campo minado quer explodir agora.
Explosão que feriu. Meu coração escarlate.
-Há bálsamos com grande poder de cura.
Um declinar de sol se despedindo,vibrante porém,
aquecendo ainda. É o meu olhar maduro...-E misturando tudo...
Suspiros em sinfonia, inspirando um norte de essências, 
prelúdio da doce inocência.
- Sou eu vestida de branco na paz da poesia,
Se pareço criança, que eu seja então criança e que me embale os braços das ilusões.
Lourdinha Vilela


Reedição.