Poesia

A Poesia alcança as fadas, encanta a chuva na madrugada, acompanha os ébrios nos dormentes e se mistura à solidão nas calçadas.

17 de junho de 2014

Busca

Imagem da Internet.

Meu olhar ainda é o mesmo
Que jamais fenece
 Em busca do teu olhar.
Quem sabe o encontre nos prados
onde há relva macia e verde?
Quem sabe, no azul do céu?
Na onda que  rasga as pedras?
Ao menos as cores do seu olhar!
Na esquina de alguma rua,
que pareça ser aquela sua rua
Onde morava o seu olhar.
Meu olhar não se cansa, porém meus passos 
já não sabem por onde andar.
 E se um pássaro me oferecesse suas asas,
ou Aladim aparecesse para mim
 e me estendesse um tapete?
Eu voaria  à sombra de uma nuvem,
e quando chegasse a noite
Ao esbarrar numa estrela
Muitas lágrimas cairiam
 e mergulhariam no mar
a  minha loucura
por te encontrar.


11 de junho de 2014

Manhãs de sol



Nada mais sublime
que deixar-se amanhecer
 em si mesmo!
Aceitar o dia vencendo a noite,
E como folhas e flores que se abrem
ao toque do sol,
 ensolarar-se  e  novamente sonhar... Acordado,
embora finja ser orvalho, a lágrima
no olhar.
A vida é surpreendente em cada manhã,
para que se colham os frutos, as flores...
E tudo se transforme em esperança.

por dias de sol


Imagens Lú



5 de junho de 2014





Com a chegada do Inverno, sutilmente as flores brancas  remetem   neve  ao  meu olhar, louco por paisagens singelas.




Imagens Lú Vilela.



19 de maio de 2014

Meio do Dia.

 .
A vida pode ser um palco!
E o que tenho de certo,
está no pó dos meus sapatos,
mas os caminhos são incertos.
Interpreto o que carrego,
carrego alegorias.
Brilham purpurinas  
ao amanhecer,
ao anoitecer
desvanecem
Resta-me sonhar 
outros sonhos,  
ensaiar mais um dia,
e  humildemente
calçar os sapatos do aprender.

Lourdinha Vilela.


Estarei ausentes por uns dias.Bjs.  Obrigada


                                                                

16 de maio de 2014

Despertar






 Em mim, o som

 Em ti, o silêncio

Em mim, o tom
Em ti, o lamento
Enveredas por vales
de abismos desertos.
Surjo entre ondas
 na orquestra,
do mar dourado
batendo nas pedras.
 Surjo dos sonhos sonhados
pra te despertar,
antes que ouses
à queda.

Lú Vilela







Tradução.                 

En junio si, Vera não pode 
saber como imaginar 
se sobre uma árvore vive tú 
feito de borracha em torno 
Sinta o ar na parte da manhã 
parece incenso, abordaremos 
e você é essa criança 
Perseguindo uma libélula 
Levantando os braços para o céu 
como um símbolo de liberdade 
um direito natural para a humanidade 
sentindo na nossa cara um novo olhar 
instinto que não vamos 
Agora sinto a necessidade 
e gritando e 
É liberdade 
Também em junho é o Natal 
Desejando estará com 
se você me deixar embarcar 
pelas ondas de um vasto mar 
contra aqueles que nos julgar 
sem palavras ou música 
Levantando os braços para o céu 
como um símbolo de liberdade 
o direito de sonhar para a humanidade 
sentindo na nossa cara um novo vento 
uma nova possibilidade 
a exigência de encontrar uma revanche 
gritando e 
Abrázala 
para encontrar 
a única alternativa 
abrázala 
é a liberdade 
a essência e genialidade 
Alzándonos 
abrázala 
é a liberdade 
a essência e genialidade 
adotá-la para encontrar 
a única alternativa 
apenas a liberdade