Poesia

A Poesia alcança as fadas, encanta a chuva na madrugada, acompanha os ébrios nos dormentes e se mistura à solidão nas calçadas.

16 de maio de 2014

Despertar






 Em mim, o som

 Em ti, o silêncio

Em mim, o tom
Em ti, o lamento
Enveredas por vales
de abismos desertos.
Surjo entre ondas
 na orquestra,
do mar dourado
batendo nas pedras.
 Surjo dos sonhos sonhados
pra te despertar,
antes que ouses
à queda.

Lú Vilela







Tradução.                 

En junio si, Vera não pode 
saber como imaginar 
se sobre uma árvore vive tú 
feito de borracha em torno 
Sinta o ar na parte da manhã 
parece incenso, abordaremos 
e você é essa criança 
Perseguindo uma libélula 
Levantando os braços para o céu 
como um símbolo de liberdade 
um direito natural para a humanidade 
sentindo na nossa cara um novo olhar 
instinto que não vamos 
Agora sinto a necessidade 
e gritando e 
É liberdade 
Também em junho é o Natal 
Desejando estará com 
se você me deixar embarcar 
pelas ondas de um vasto mar 
contra aqueles que nos julgar 
sem palavras ou música 
Levantando os braços para o céu 
como um símbolo de liberdade 
o direito de sonhar para a humanidade 
sentindo na nossa cara um novo vento 
uma nova possibilidade 
a exigência de encontrar uma revanche 
gritando e 
Abrázala 
para encontrar 
a única alternativa 
abrázala 
é a liberdade 
a essência e genialidade 
Alzándonos 
abrázala 
é a liberdade 
a essência e genialidade 
adotá-la para encontrar 
a única alternativa 
apenas a liberdade

13 de maio de 2014

12 de maio de 2014

Ostra.

Imagem da Internet.

Só você mãe

Que jeito de ostra tem
Suave molusco-músculo
O teu coração quando vem
E abre-se ao lodo que rejeitas
que te enodoa,
porém...
sem rancor
da dor que recebes
E que te magoa
surgem pérolas
de amor.
Oh! Mãe,
Que a seus filhos perdoa
Não viestes ao mar deste mundo
à toa.


Lourdinha Vilela

9 de maio de 2014



Desejo  à todas as mães, um dia muito feliz, neste dia especial que tem o nome de cada uma delas.

Um grande abraço.

7 de maio de 2014

Mãe e pai



Por amor sou eu, de um ventre nascida.
Por amor sou eu, pois
 a cara do pai
e o jeito da mãe, esculpida
E o que me faltava
era a presença do pai
que  se foi,
cedo demais.

No tempo das longas distancias
por mim percorrida,
até alcançar os sonhos
da estrada escolhida,
minha mãe,
  foi um pai
 mas  não deixou de ser mãe.
Minha mãe!
que em seu regaço traz,
o pai e a mãe que me completam a vida
.
Minha mãe, minha paz!

Lourdinha Vilela