Por amor sou eu, de um ventre nascida.
Por amor sou eu, pois
a cara do pai
e o jeito da mãe, esculpida
E o que me faltava
era a presença do pai
que se foi,
cedo demais.
No tempo das longas distancias
por mim percorrida,
até alcançar os sonhos
da estrada escolhida,
minha mãe,
foi um pai
mas não deixou de ser mãe.
Minha mãe!
que em seu regaço traz,
o pai e a mãe que me completam a vida
.
Minha mãe, minha paz!
Lourdinha Vilela