Poesia

A Poesia alcança as fadas, encanta a chuva na madrugada, acompanha os ébrios nos dormentes e se mistura à solidão nas calçadas.

17 de agosto de 2012


Longe das cercas
Amarras que prendem sonhos
Ave leve,
leve voo do reencontro
Tocar novamente os vales do céu
O céu no chão da liberdade


Lourdinha Vilela
Imagem da Internet

Eu quero um cantinho assim
para festejar a natureza.
Com vasinhos nos descanso das janelas
e florindo, as violetas, rosinhas brancas e amarelas.
Do artesanato da Vila, direto para o meu pomar,
uma casinha de passarinhos,
para acolher as avezinhas,
que queiram se aninhar.
Um pé de romã, outro de pitangas,
uma bananeira, outras laranjeiras.
Quem sabe uma estradinha,
para a gente caminhar, chegar até o rio...
Ai que vida Boa!! Sera?



                                                                    Imagem da Internet
                                                                     Fotografia Lú Vilela  
Este véu obscuro
Que te adorna invisível
Nada mais é que o contexto
Infinito da tua tristeza.
Roeste as paredes do sótão
Sem conseguir libertar a ti mesmo.
 A luz na janela
Encandeia o teu olhar
Acostumado às sombras
No sótão do teu coração.

LúVilela

imagem - Internet


16 de agosto de 2012





Quando vejo flores
em terra árida 
tenho a certeza
que força e beleza
dão-se as mãos
na natureza


fotografia- Lu Vilela

15 de agosto de 2012





A confiança,
se estabelecerá
pela força das palavras
e apelo dos gestos,

O amor
se aninhará novamente
e aos poucos
pela carência de afetos

Mas a mágoa
Essa continuará
Latente
Pingo ácido no sólido
Eternamente
ou  até
derreter  o coração.

Lourdinha vilela