Poesia

A Poesia alcança as fadas, encanta a chuva na madrugada, acompanha os ébrios nos dormentes e se mistura à solidão nas calçadas.

8 de junho de 2012

PÁSSARO FERIDO- lamento.

Não mais o percebo
Com voz alterada,
hora enxurrada,
hora pântano,
hora cansada,
Nem tuas idas e vindas
ao bar  nojento da esquina.
Igual ao carteiro,
 zig-zagueando.
pelas ruas.
Exposto e expondo
tudo o  que é teu
aos olhares..
Comentários, bombardeios.
Bobo da Corte.
Onde querias lançar,
 com tua insensatez,
 os que a ti, amam.
Todos perderam o horizonte.
Agora que abristes os olhos,
fechastes a boca,
Secou a fonte.
-Lourdinha Vilela

-Imagem- Lourdinha  Vilela

Um comentário:

  1. Oi Lourdinha, que lindo poema, embora um lamento triste! Parabéns! Bjoooss

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